Contribuição Sindical 2018

Prezado Economista, o boleto da Contribuição Sindical 2018 será entregue pelo correio ate o próximo dia 10/02 cujo o vencimento será no dia 28/02/2018. Em caso de duvidas contactar pelo email: atendimento.sindecondf@gmail.com.

Flauzino Antunes Neto
Presidente Sindecon DF

CGTB/DF repudia massacre aos trabalhadores com as Reformas Trabalhistas e Previdenciária

Na noite desta quinta-feira (24), a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil no Distrito Federal (CGTB/DF), juntamente com sindicatos filiados, discutiram durante seu 3º Congresso os embates em torno dos interesses trabalhistas e o cenário do atual governo Michel Temer e Rodrigo Rollemberg. Nas discussões, sobretudo, a revogação da já aprovada Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/17) e da Reforma da Previdência (PEC nº 287/2016), ainda em pauta no Congresso. Duas deliberações foram acatadas: uma Carta a Brasília, que manifesta o descontentamento dos trabalhadores aos direitos trabalhistas; e um Plano de Lutas, na forma de um abaixo-assinado, que será realizado a partir da próxima segunda-feira (28), na Rodoviária do Plano Piloto, a partir das 16 horas, com o intuito de levar para os organismos internacionais, como a Organização Internacional do Trabalho, os abusos na Reforma Trabalhista.

O evento contou com a participação de mais de 100 pessoas entre delegados da CGTB-DF e representantes dos seus 12 sindicatos filiados e convidados, dentre eles o Sindicato dos Médicos, dos Médicos Veterinários, dos Empregados Vendedores Viajantes, dos Economistas, dos Engenheiros, das Cooperativas e dos Tecnólogos.

O presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, pontuou como principal ataque aos trabalhadores a possibilidade de aprovação de uma reforma previdenciária que estipule a idade mínima para aposentadoria em quase 70 anos e acabe com a cláusula do tempo de serviço. “A população está majoritariamente contra esta reforma desse governo golpista do Temer. A maioria esmagadora já se manifesta há meses com vídeos, pelas redes sociais e pelas ruas em vários municípios. O trabalhador sabe que não vai se aposentar. Ele vê por cima a proposta do governo, ele sabe que não vai se aposentar. O que estão querendo fazer é terra arrasada. É política de ave de rapina para arrasar o Brasil. Vamos lutar com todas as forças contra esse ataque aos trabalhadores”, disse Ubiraci. E rebateu os argumentos usados pelas classes empresariais de que a reforma é necessária para modernizar a legislação e equiparar o Brasil aos movimentos que ocorrem em outros países.

Diante do naufrágio destas duas propostas, já que corre no Senado um projeto para a anulação da Reforma Trabalhista e, nas ruas, os trabalhadores colhem assinaturas para a votação de um Projeto de Lei que resgata os nossos direitos. E a Reforma da Previdência nem se quer tem apoio dos “aliados”, e agora tentam a venda de estatais do setor elétrico, aumento de impostos, de energia, combustíveis.

Sindicalistas reagem contra Rollemberg

O parcelamento de salários do funcionalismo tornou-se uma realidade para servidores locais e um verdadeiro estopim com o setor sindical. Trabalhadores do Governo do Distrito Federal (GDF) que ganham acima de R$ 7,5 mil líquidos terão a remuneração de agosto dividida em duas parcelas: a primeira será depositada no quinto dia útil de setembro, e a segunda só entrará na conta em 14 de setembro. Representantes de sindicatos temem prejuízos ao comércio e na arrecadação. Os sindicatos representativos do DF não aceitam e, também, não acreditam na quebradeira que o GDF afirma estar.

A mais recente proposta do GDF para equilibrar as contas públicas também atinge diretamente os servidores. Na última quarta-feira (23), o Executivo apresentou à Câmara Legislativa uma proposta de reestruturação previdenciária. Uma das ações previstas no plano é a limitação das aposentadorias ao teto estabelecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que hoje é de R$ 5,5 mil. Quem quiser receber acima dessa cifra terá que contribuir com a previdência complementar.

Flauzino Neto, presidente da CGTB-DF, destaca a incompetência e inoperância do governo Rollemberg à frente do Buriti. “Rodrigo Rollemberg, desde que assumiu o governo, mostra sua incompetência. Falta gestão e vontade política no Palácio do Buriti. Mesmo sem ter concedido qualquer reajuste salarial ou incorporado despesas correntes ao orçamento, só de crescimento vegetativo da folha de pessoal o GDF teve um acréscimo nas despesas de R$ 1,6 bilhão, entre 2016 e 2017. Precisamos retomar o crescimento econômico e a geração de empregos no DF e no Brasil”.

SINDECON-DF

o Sindicato dos Economistas do DF, terá forte presença na nova diretoria da CGTB, foram eleitos quatro Economistas para diretoria da CGTB-DF, sendo os Economistas: Flauzino Neto, Marcela Silva, Francisco Wandercley e Alessandre Silva.

Flauzino é Presidente do SINDECON-DF. e também foi eleito ao mesmo posto na CGTB; Marcela, Diretora Administrativa do SINDECON, vai para Diretoria de Mulheres; Wandercley, Diretor Financeiro do Sindicato ocupará a vaga de Cultura e Alessandre será do Conselho Fiscal.

Foi aprovado no 3º Congresso : CARTA À BRASÍLIA

Escolhemos o dia 24 de agosto, em uma clara HOMENAGEM ao nosso maior presidente da República, GETÚLIO VARGAS, no dia que em defesa do Brasil, ele escolheu para entrar para história!

Contra os duros ataques aos trabalhadores e ao Brasil, nada melhor do que homenagear o Estadista, que venceu obstáculos e iniciou a construção do Brasil, numa nação livre e soberana, com desenvolvimento equilibrado e justo! Sem que haja desarmonia entre os trabalhador e empresários progressistas e o Estado. Para que juntos consigamos construir o nosso Brasil! É a nossa obrigação em continuar o legado do Getúlio, e terminar a construção de uma Pátria Livre!

DESENVOLVIMENTO

Nesse interim a CGTB, nunca esmoreceu, ficou firme ao lado dos trabalhadores e do Brasil, lutando para reduzir as taxas de juros, SELIC, que afetam o nosso desenvolvimento, e sangram o orçamento público desviando mais 500 bilhões de reais somente esse ano, desde 2003 para 2017, foram mais de 3 trilhões de reais. Essa pratica de juros altos, a mais alta taxa de juros reais do mundo, resulta em 14 milhões de brasileiros sem emprego, sem recurso para saúde, educação e transporte, simplesmente para engordar banqueiros.

Para se retomar o desenvolvimento econômico e volta dos empregos, não se faz com cortes de direitos, austeridade fiscal e taxas reais altíssimas. Necessitamos da volta do investimento na economia e isso só acontecerá com imediata redução da SELIC, a níveis internacionais, assim teremos a volta do investimento público, pois tiraremos mais recursos do setor financeiro, para realocar na economia real de produção. O investimento privado, tem a tendência de acompanhar o investimento estatal, pois segue somente na certeza.

Temos que utilizar mais e mais recursos deste investimento para fomentar a industrialização nacional, resgatar ao Estado questões estratégicas como petróleo, energia e minerais, e incentivar uma justiça maior no campo. Garantir um modelo mais competitivo e concorrenciais e menos monopólios e oligopólios, e principalmente empresas estrangeiras.

DIREITOS:

A CGTB, esteve sempre ao lado dos trabalhadores nas últimas lutas da classe trabalhadora contra os desmontes dos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas ficando contra o governo corrupto é desonesto do Temer! A ação da CGTB, foi preponderante e decisiva para a Greve Geral do dia 28/4/17, e estivemos presente do início ao fim do “Ocupa Brasília” de 24/05/17 e não titubeamos no cumprimento da agenda da Greve Geral de 30/6, que se não tivesse a traição de várias Centrais, o Governo Temer não resistiria e a Lei da Escravidão não teria passado! Diferente de setores Sindicais, a CGTB, não negociou com esse desgoverno do Temer, não abriu mão da defesa dos Trabalhadores em prol de um projeto político eleitoreiro e, muito menos deu de bandeja de prata a cabeça dos trabalhadores em troca do imposto sindical, ficou até ao fim ao lado dos direitos dos trabalhadores!

A) TRABALHISTA:
Não há, para os trabalhadores, bem mais precioso do que a sua união, porque não existe, para nós CGTB, nenhuma outra forma de vencer a miséria – o desemprego, os baixos salários, a opressão patronal – senão através da nossa unidade.

Por isso mesmo, sempre estivemos na primeira linha da luta pela unidade sindical. Porém, não existe outra maneira de realizar esta unidade que não seja em torno dos nossos interesses. Seria, para começo de conversa, uma falsa unidade, uma falsa união, pois pelegos lutam por interesses particulares e não do interesse dos trabalhadores.

A batalha contra o ataque aos nossos direitos ainda não terminou. Temos que ir as ruas, fazer o enfrentamento, através de atos, manifestações e abaixo-assinados, mobilizar a sociedade e os a sociedade organizada, e promover uma desobediência civil contra essa Lei aprovada pelo Congresso da Lava-jato e lesa pátria.

Sobre a lei 13467/17 do desmonte da CLT, em vasta e ampla revogação de direitos trabalhistas, a nova lei elaborada para atender ao patronato atrasado e aos grupos econômicos internacionais, estabelece que a CLT não poderá mais ser invocada para garantia de diretos, mas, sim, o que for concedido em negociação entre empregado e o patrão, entre o sindicato e a empresa. Isto permite reduzir salários; aumentar a jornada de trabalho sem compensação ou pagamento de horas extras e sem levar em conta capacidades físicas e mentais; retirar direitos integrais a férias, 13º. salário, aviso prévio e participação nos lucros; trabalho de gestantes e lactantes em locais insalubres; não observar normas de saúde e segurança; condições antissociais para o trabalho intermitente; estabelece terceirização ampla da mão de obra, até para atividades fins; substitui os sindicatos por comissões de empresa e os retira das rescisões; invade a autonomia da Justiça do Trabalho e aumenta custos judiciais; estimula fraudes na relação de trabalho através de trabalhadores autônomos falsos e pessoas jurídicas anômalas, dentre outras maldades e brutalidades.

B) Previdência
A CGTB vem participando de todos os atos, pela a previdência Social, sempre no intuito de a fortalecer. Fragilizar a Previdência Social não é matéria de interesse dos trabalhadoras e trabalhadores ativos ou aposentados dos diversos setores e das mais variadas regiões de nossa Nação. Percebe-se por trás das manobras reformistas a tentativa de implementar uma “ditadura demográfica” e uma ação discriminatória da mulher, mas acima de tudo, reduzir a atual estrutura previdenciária a cada vez mais um programa de renda mínima, onde o Deus Mercado possa abocanhar parcelas expressivas dos recursos bilionários movimentados a cada período.

O verdadeiro motivo do Governo em acabar com a Previdência Pública é para desviar centenas de bilhões de reais para os banqueiros. Para aumentar mais destinação destes recursos são os cortes na Previdência!

A Previdência Pública é superavitária, e a CGTB tem o compromisso de defende-la, e garantir que os trabalhadores e trabalhadoras tenham seus direitos a aposentadorias garantidos. Vamos continuar lutando pela sua manutenção e derrubar mais esse assalto aos nossos direitos.

GDF

O Governador Rollemberg, não bastasse o calote no reajuste salarial, os atrasos nos pagamentos das horas extras, os cortes de gratificações e o evidente desmonte da saúde pública do Distrito Federal, o assédio moral da vez escolhido pelo GDF é a ameaça de parcelamento dos salários dos servidores.

Para o Rollemberg, no entanto, a solução para todos os problemas de caixa do GDF, invariavelmente, é mexer nos direitos e nos bolsos dos servidores. Não há criatividade, não há gestão. SIMPLESMENTE CORTES!

Aqui, o governo local cada dia mais concede incentivos fiscais a quem nem ao menos gera empregos, não investe em tecnologia nem em políticas para melhorar a arrecadação de tributos. E faz o caminho contrário dos estados que estão saindo da crise. O GDF faz o que o Temer está fazendo, cortando investimentos, e sacrifica os trabalhadores. Pior quer privatizar, conceder e colocara a saúde na mão de sanguessugas, que não estão interessados na melhoria do povo de Brasília.

Nesses meses todos, o GDF, conseguiu aumentar impostos e tarifas públicas, apertar o cinto e dar calote em servidores e fornecedores e fazer crescer o desemprego no DF. Um eventual parcelamento só agravaria a crise e faria aparecerem mais cartazes de “fechado”, “vende-se”, “passa-se o ponto”, pelas avenidas e ruas de todo o Distrito Federal.

Se existe crise na máquina pública do DF, ele está localizado exatamente no gabinete número 1 do Palácio do Buriti e o governador é quem o mantém escorrendo e drenando nossa esperança e NOSSO FUTURO!

ENCERRAMENTO:

Como disse Getúlio Vargas:

“Chegou, por isso mesmo, a hora de o governo apelar para os trabalhadores e dizer-lhes: uni-vos todos nos vossos sindicatos, como forças livres e organizadas. As autoridades não poderão cercear a vossa liberdade nem usar de pressão ou de coação. O sindicato é a vossa arma de luta, a vossa fortaleza defensiva, o vosso instrumento de ação política.

Na hora presente, nenhum governo poderá subsistir, ou dispor de força eficiente para as suas realizações sociais, se não contar com o apoio das organizações operárias. É através dessas organizações, sindicatos ou cooperativas, que as classes mais numerosas da nação podem influir nos governos, orientar a administração pública na defesa dos interesses populares. ”

Nos trabalhadores temos a nossa força, temos a clareza das necessidades e a sabedoria para utilizar as melhores ferramentas para conduzir nosso DF e o nosso Brasil. Vamos a luta! Vamos colher assinaturas contra a lei 1347, vamos e enfrentar esses assaltantes dos direitos dos trabalhadores e antipovo a nossa força!

Por isso vamos em frente, realizar o 3º Congresso no DF e revigorar as energias para as lutas que virão!

#contraaleidaescravidao13467

#nenhumdireitoamenos!

#contraodesmontedaprevidencia

#forarollemberg!

#foratemer!

 

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