Contribuição Sindical 2018

Prezado Economista, o boleto da Contribuição Sindical 2018 será entregue pelo correio ate o próximo dia 10/02 cujo o vencimento será no dia 28/02/2018. Em caso de duvidas contactar pelo email: atendimento.sindecondf@gmail.com.

Flauzino Antunes Neto
Presidente Sindecon DF

Nota Pública contra o fim da Infraero

infraero

O Sindicato dos Economistas do Distrito Federal – SINDECON-DF -, vem através desta se posicionar de forma contraria a intenção do Governo Temer em privatizar Empresa Pública INFRAERO.
Governo planeja extinguir Infraero e privatizando-o, pretende assim fazer caixa para pagar juros a bancos. Sacrificando os trabalhadores, inclusive os Economistas, e toda a sociedade, em prol dos interesses de alguns poucos, utilizando uma pratica nefasta e rasteira, de mentir para o país alegando: que a empresa e seus servidores são ineficientes. Pelo ao contrário, Infraero é uma empresa altamente competente e eficaz no controle de aeroportos.
Nesse interim, o secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes, esse mês que a Infraero vai ser reestruturada, começando com a venda de sua participação nos cinco aeroportos privatizados no governo Dilma, quando o secretário da SAC era Moreira Franco, o Angorá da Odebrecht. Já o Ministério do Planejamento vai além e defende a extinção da estatal até 2018 e, consequentemente, a privatização dos 56 aeroportos que estão sob a administração da empresa.
Depois da venda da participação da Infraero nos aeroportos privatizados, tem como plano preparar mais uma rodada de concessões, sem a estatal. Atualmente, a Infraero tem 49% de participação nos aeroportos do Galeão (RJ), de Confins (MG), de Brasília (DF), de Guarulhos (SP) e de Viracopos (SP). Para viabilizar a entrega de todo os aeroportos, o governo Temer pretende vender em blocos, juntando os maiores e lucrativos com outros menores. Na verdade, com a queda da arrecadação, o governo pretende fazer caixa com a venda dos aeroportos para pagamento de juros. De imediato, a proposta da Secretaria de Aviação Civil (SAC) é colocar em leilão dois lotes de aeroportos - ainda sem Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) – e transferir a outorga dos aeroportos de Ilhéus para o Estado da Bahia e de São José dos Campos para esse município, para que procedam a privatização.
Temer e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, já se reuniram no Palácio do Planalto com os açambarcadores estrangeiros que venceram os leilões de privatização dos aeroportos de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). Participaram do encontro a francesa Vinci, que empalmou o terminal da Bahia, a alemã Fraport que arrematou os terminais de Fortaleza e Porto Alegre, e a suíça Zurich que ficou com Florianópolis. Com os leilões, o governo arrecadou o montante de R$ 3,72 bilhões em outorga. Desde o inicio do ano, a demanda de vôos domésticos cresceu 5,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em abril, o crescimento foi de 3,2%. Em relação à quantidade de passageiros, houve também uma crescente de 4,1%, nos meses de março e abril.
Está tramitando no Senado Federal um projeto de lei que trata da abertura de capital estrangeiro para as empresas aéreas brasileiras. É a política do governo Temer: entregar não só os aeroportos como as empresas áreas para o capital estrangeiro. Resultando em mais uma onda de demissões e desemprego. Essa não é uma medida de recuperação econômica do País e muito menos da INFREAERO, mas, o mais puro interesse de entregar nossas empresas a setores internacionais que não visam o nosso desenvolvimento, e sim, o seu próprio lucro.
Pelo exposto, o Sindicato dos Economistas do DF, é contrário a essa proposta! Além da defesa dos trabalhadores Economistas, Trata-se de uma empresa idônea, competente, eficiente e lucrativa, com grande interesse de soberania Nacional!

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