Contribuição Sindical 2018

Prezado Economista, o boleto da Contribuição Sindical 2018 será entregue pelo correio ate o próximo dia 10/02 cujo o vencimento será no dia 28/02/2018. Em caso de duvidas contactar pelo email: atendimento.sindecondf@gmail.com.

Flauzino Antunes Neto
Presidente Sindecon DF

SINDECON-DF participa de palestra sobre o sistema de OSs na Saúde

A Vice Presidente de Relações Intersindicais do Sindicato dos Economistas - SINDECON-DF, Econ. Maria Aparecida Carneiro, participou de Palestra promovida pelo Sindicato dos Médicos - SINDMÉDICO-DF, em sua sede, no dia 23/3 do corrente, sobre o tema da atuação das Organizações Sociais – OS, na gestão da saúde do Rio de Janeiro -RJ.
O Presidente do SINDMÉDICO-DF, Dr. Gutemberg Fialho, defensor de um SUS forte e eficaz, promoveu o movimento e audiência pública para mostrar ao Governador Rollemberg, que as OSs, não são o melhor caminho de gestão da saúde no GDF. Como parte do movimento contrário a implantação das OSs no DF, o Dr Gutemberg e sua diretoria trouxeram o Vereador pelo PSOL RJ, médico, Dr. Paulo Pinheiro, para proferir a palestra e sua experiência concreta sobre o tema.
O Vereador, fez em sua apresentação, um relato sobre o que aconteceu com a saúde no Rio de Janeiro nos últimos oito anos. Segundo ele, houve uma grande mudança na gestão da saúde que foi entregue às Organizações Sociais - OSs. Sob o governo municipal de EDUARDO PAES- PMDB, que teve início em 2009, a cobertura de 5% chegou a 80%, num modelo de "um médico prá chamar de seu". Foram implantadas 84 clínicas de saúde da família, e ao todo somaram 309 unidades de saúde no Rio.

Entretanto, o Vereador revela, num trabalho detalhado de levantamento de dados sobre a saúde na cidade do Rio, que o orçamento da saúde aumentou de forma exponencial, com a implantação da LEI DAS OSs. Tal Lei previu processos de habilitação, seleção, contrato, feitos pela CASA CIVIL da Prefeitura. As OSs somente poderiam administrar unidades novas. E vieram, dentre outras, VIVA RIO, FIOCRUZ, FIOTEC.

Os contratos fechados num valor inicial, sempre previam mais aditivos que em dois anos consumiram seis bilhões de reais. Muito dinheiro público na saúde com resultados não satisfatórios. Ascensão do custeio. Pessoal, material de consumo. As OSs pagam salários aos seus Diretores em torno de R$25.000,00/mês, pagam muito bem a bancas de advogados. São 22.000 funcionários públicos e 21.000 funcionários celetistas: o que fazer com estes últimos se se propuser o fim das OSs?

A vice-presidente do SINDECON DF fez uma intervenção perguntando ao Vereador: “é possível avaliar o quanto as OSs prejudicaram o SUS? Onde fica no meio desta luta a questão do saneamento básico, da saúde preventiva? ”.

O Vereador respondeu: “as OSs prejudicaram muito o SUS e a população. Foram mais de 100 milhões de reais roubados do SUS. O controle social por meio da população é muito importante. A população tem de dizer o que ela quer”.

O sistema de OSs, não resolve o problema de saúde pública assim como a maioria das concessões, ainda quando são colocadas de forma unilateral sem um amplo debate com a população. O Sindecon se coloca ao lado do Sindmédico, em sua luta pelo fortalecimento do SUS e contrário as OSs.

debate

Da esquerda para direita: Vereador Dr. Paulo Pinheiro; Vice-presidente do Sindecon-DF Maria Aparecida e o Presidente do SIndmédico-DF Dr. Gutemberg.

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