Contribuição Sindical 2018

Prezado Economista, o boleto da Contribuição Sindical 2018 será entregue pelo correio ate o próximo dia 10/02 cujo o vencimento será no dia 28/02/2018. Em caso de duvidas contactar pelo email: atendimento.sindecondf@gmail.com.

Flauzino Antunes Neto
Presidente Sindecon DF

NOTA DE REPÚDIO: À TABELA DO IMPOSTO DE RENDA 2016

A direção do Sindicato dos Economistas do Distrito Federal – SINDECON-DF manifesta-se contrária ao congelamento da Tabela do Imposto de Renda de 2016, que impõe pesadas perdas aos trabalhadores brasileiros. A defasagem da tabela desde 1996, completa dez anos com percentual na ordem de 72,2%! Enquanto no ano passado, o IPCA atingiu 10,67%, a correção média nas faixas de renda da tabela foi de apenas 5,6%. É uma forma deliberada do Governo Federal de sugar recursos da classe trabalhadora.
Esse Governo Federal deve assumir que há inflação, sim, e que ela corrói o poder de compra, os salários da classe trabalhadora. As medidas técnicas macroeconômicas são pensadas e postas em execução segundo grupos de interesses que ganham com a elevação da taxa de juros, na esteira do comportamento da SELIC, os bancos.
Não é possível mais “tapar o sol com a peneira": a população brasileira sabe quem ganha com os juros altos neste País.
A correção da tabela do Imposto de Renda é urgente para amenizar o impacto das obrigações tributárias sobre os milhões de assalariados. A falta de correção da Tabela do IR levará um enorme contingente de trabalhadores, antes isentos, a pagar impostos. Com isto, serão corroídos reajustes salariais recentemente conquistados. Sem correção da Tabela, o trabalhador, antes isento, passa a pagar imposto devido a inflação. Então, o que seria um benefício vira despesa. E o trabalhador que contava com AUMENTO DOS PISOS SALARIAIS, de repente se vê NA MIRA DO "LEÃO".
É isto mesmo, pessoal PISOS SALARIAIS NA MIRA DO LEÃO! Pasmem!
A redução drástica da taxa básica de juros (Selic) é, igualmente, uma necessidade imediata, que será interpretada pelas forças da economia real como uma sinalização fundamental para a retomada de investimentos produtivos
O desespero do Governo em aumentar a fatia da arrecadação, no caso concreto, o não reajuste da Tabela, demonstra que ela (a TABELA) acabou se tornando instrumento de ajuste fiscal, na medida em que proporciona arrecadação de tributos numa faixa de rendimentos antes não atingida pela Tabela. São cortes de direitos dos trabalhadores e da sociedade, com claro objetivo de honrar compromissos com Setor Financeiro.
O objetivo claro é manter níveis de arrecadação, mesmo é penalizar ainda mais o contribuinte, atitude essa que a DIRETORIA DO SINDECON-DF considera um erro!
DEFENDEMOS QUE:
Enquanto não for instituído o imposto sobre as grandes fortunas, enquanto não houver redução das taxas de juros, que a Tabela do IR seja corrigida, obrigatoriamente, assegurando, desta forma, que não se aumente a perda do poder aquisitivo da classe trabalhadora, de forma a evitar que se aprofunde ainda mais o fosso da desigualdade neste País.
Brasília, 15 de fevereiro de 2016.

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